Ali No País Das Maravilhas
Documentário
Ali no País das Maravilhas revela a condição dos trabalhadores imigrantes em Paris na década de 1970. É um grito de raiva contra a exploração e o racismo, destacando sem concessões o papel do Estado francês, dos media, do capitalismo e da colonização neste sistema de dominação que esmaga aqueles que o sofrem. Neste ensaio experimental sobre a condição dos migrantes argelinos na França de Giscard em meados da década de 1970, cada escolha estética tem uma motivação política precisa e legível e dá corpo e voz a uma figura totalmente ausente do cinema experimental da época: a do trabalhador imigrante. Abouda é uma das filhas de imigrantes vistas no filme, e não uma simples ativista ao serviço de uma causa, pelo que a emoção do seu gesto experimental, que atira para a cara do espectador, brota de uma ferocidade inscrita no seu corpo, de uma raiva insaciável que habita o seu olhar.
Títulos semelhantes:
Loïc Léry, du flingue au stylo
La legge è tua il figlio è mio
1983, Les marcheurs de l'égalité
Nosotros los del Silver Roll
DOUBOUT OUBIEN MÔ
Algérie 1954, La Révolte D'un Colonisé
Les Mains Libres
Ils étaient tirailleurs, voix oubliées de la Grande Guerre
Canto a la patria que ahora nace
17 octobre 1961 : Une journée portée disparue
بناديق الحورية (Banâdiq El-Houria )
Pierre Clément, Cinéma et Révolution
17 octobre 1961, dissimulation d’un massacre
La Nuit Oubliée - 17 Octobre 1961
La Blessure, la tragédie des harkis
Les Mots qu'elles eurent un jour
Congo-Océan, un chemin de fer et de sang
CHoisir à vingt ans
Une histoire du franc CFA